Conheça Kai Kloepfer, cuja Biofire tem como objetivo garantir que armas não caiam nas mãos erradas.

Conheça Kai Kloepfer e sua empresa Biofire, que busca evitar o acesso indevido a armas.

Mas Kai Kloepfer, fundador e CEO da Biofire, estava nisso há anos, começando a trabalhar em um protótipo de arma inteligente há mais de uma década, aos 16 anos. Sua inspiração veio de uma tragédia: o tiroteio em um cinema em Aurora, Colorado, onde um atirador matou 12 pessoas durante uma sessão de cinema à meia-noite. Kloepfer, que morava nas proximidades, decidiu construir uma arma que, segundo ele, poderia ajudar a reduzir tragédias semelhantes.

“Isso me inspirou a buscar uma solução tecnológica que pudesse ajudar a combater a violência armada prevenível”, diz Kloepfer.

O que começou como um projeto de ciências do ensino médio agora é um produto viável em uma startup viável. Veja como funciona: as armas da Biofire se parecem com revólveres normais, mas têm alguns recursos adicionais. No cabo, há um pequeno sensor que lê as impressões digitais. Na parte de trás da arma, há um sensor de reconhecimento facial em 3D. A ideia é que, ao permitir que as armas “desbloqueiem” apenas para seus proprietários legítimos, mais acidentes e suicídios acidentais possam ser evitados.

Depois de passar um curto período no MIT, Kloepfer abandonou e recebeu US$ 100.000 em financiamento do investidor Peter Thiel como parte da iniciativa do bilionário de pagar a estudantes promissores para sair da faculdade e iniciar empresas. A Biofire agora tem 40 funcionários e arrecadou US$ 30 milhões em capital de risco.

O maior desafio da empresa, de acordo com Kloepfer, é equilibrar como falar sobre a “tecnologia empolgante de ponta” que está embutida nas armas inteligentes, ao mesmo tempo em que mostra que a experiência do cliente é “super simples e agradável”.

Dado curioso: Kloepfer começou a trabalhar em uma arma biométrica antes de ter idade legal para realmente possuir uma.

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