Goldman Sachs’ Rogers vai se afastar do cargo de chefe de gabinete – memorando

Goldman Sachs' Rogers to step down as Chief of Staff - memo

NOVA YORK, 8 de agosto (ANBLE) – John Rogers, um influente executivo do Goldman Sachs (GS.N), vai se afastar de seu cargo como chefe de gabinete no próximo mês, de acordo com um memorando interno.

Ele será sucedido por Russell Horwitz, um veterano do Goldman que voltará ao banco depois de trabalhar na Citadel, de acordo com o memorando. Rogers continuará com suas outras responsabilidades na empresa, incluindo secretário do conselho da companhia.

As mudanças fazem parte do planejamento interno de sucessão, de acordo com uma fonte familiarizada com a situação.

Rogers “tem cada vez mais dedicado tempo significativo ao cenário regulatório, enquanto lidamos com a maior quantidade de regras desde a lei Dodd-Frank”, escreveu o CEO do Goldman, David Solomon, no memorando. “John continuará focado nessas áreas”.

O Goldman Sachs tem visto uma série de saídas e aposentadorias de alto perfil nos últimos meses, à medida que refoca sua estratégia em suas áreas principais de banco de investimento, negociação e gestão de ativos e riquezas, após uma incursão mal sucedida na banca de varejo.

O lucro do Goldman Sachs caiu 60% no segundo trimestre, ficando abaixo das estimativas, devido a baixas contábeis nos negócios de consumo do banco de investimento e investimentos imobiliários.

O Goldman trouxe de volta no mês passado um ex-executivo sênior, Tom Montag, para seu conselho. O conselho apoia o foco de Solomon em seus negócios principais de Wall Street e gestão de ativos, informou a ANBLE no mês passado, citando duas fontes.

Horwitz, que trabalhou anteriormente no Goldman por 16 anos, voltará ao Goldman Sachs como sócio e membro do comitê de gestão, reportando-se a Solomon, disse o memorando.

Desde que deixou a empresa, ele atuou como diretor de assuntos globais na Citadel, onde era responsável pelas áreas de comunicação, marketing, assuntos regulatórios e governamentais, e filantropia.

O New York Times noticiou anteriormente sobre a nomeação.